quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Documentos: Julian Assange sobre o cenário político do Brasil


Certa vez li, em um belo texto proporcionado pelo mestre de Teoria da História Elias Thomé Saliba. Não me lembro o nome do autor e texto, mas me comprometo a revolvê-los do arquivo para prestar-lhes tal serviço de informação.

Inesquecível foi a metáfora proporcionada pelo texto, viva em minha consciência até os dias atuais. Ali, de forma destacada vislumbrei que a Verdade, até então entendida por mim da mesma forma como a apregoada por Nietzche, como aquela que jamais é absoluta, sofreria grande transformação. 

Questionava o autor sobre a possibilidade de se ver a Verdade de uma xícara em sua inteireza, ao passo, que já na linha seguinte concluía a impossibilidade humana de acessar tal Verdade biologicamente, afinal não é possível ver a xícara em sua organização atômica, por exemplo.

Ou seja, a Verdade ao olho humano nada mais é do que um diagnóstico produzido sobre aquilo que de mais aparente enxergamos. E não custa lembrar que não vemos com os olhos, mas sim com o cérebro, aquele que também é responsável por armazenar as nossas crenças.